Nada na vida se consegue sem esforço e determinação.
Queres sonhar, sonha...
Queres acreditar, acredita...
Mas se queres concretizar um sonho tens de lutar sem te deixar vencer.
O medo, esse fica para trás tal como o passado....
Não deixes de fazer nada só por te dizerem que não o deves fazer, acredita no que sentes e no que te fazem sentir.
Se necessário fecha os olhos, tapa os ouvidos e segue o coração... se errares não desanimes só porque não correu como desejavas, continua a acreditar em ti e naquilo que sonhas porque um dia, esse grande dia vai chegar e vais ser compensada por tudo o que mereces.
Lembra-te daqueles que gostam de ti e que te admiram e orgulha-te do que és e daquilo que sempre foste...
Eu orgulho-me muito, fui o que sempre quis e hei-de ser o que sempre sonhei!!
E esse grande dia está prestes a chegar, porque eu mereço....
EU SEI QUE MEREÇO!!
E as histórias de encantar???
Essas ficam para contar aos mais pequeninos.... se existem ou não, não sei... talvez esteja inserida numa delas ou talvez não....
"Os verdadeiros Príncipes Encantados não têm pressa na conquista porque como já escolheram com quem querem passar o resto da vida, têm todo o tempo do mundo; levam-nos a comer um prego no prato porque sabem que no futuro nos vão levar à Tour d’Argent; ouvem-nos com atenção e carinho porque se querem habituar à música da nossa voz e entram-nos no coração bem devagar, respeitando o silêncio das cicatrizes que só o tempo pode apagar. Podem parecer menos empenhados ou sinceros do que os antecessores, mas aquilo a que chamamos hesitação ou timidez talvez seja apenas uma forma de precaução para terem a certeza que não se vão enganar.Claro que com tantos sapos no mercado, bem vestidos, cheios de conversa e tiradas poéticas, como é que não nos enganamos? É fácil. Primeiro, é preciso aceitar que às vezes nos enganamos mesmo. E depois, é preciso acreditar que um dia podemos ter sorte. E como o melhor de estar vivo é saber que tudo muda, um dia muda tudo e ele aparece. Depois, é só deixá-lo ficar um dia atrás do outro... e se for mesmo ele, fica.”
sexta-feira, 13 de março de 2009
sexta-feira, 6 de março de 2009
Becoming Jane
Iremos estar sempre destinados a ver a felicidade passar-nos ao lado?
A acreditarmos que as coisas boas só acontecem aos outros?
Confesso, estou lamechas porque estive a ver o filme "Becoming Jane" e o argumento causou-me insónias. Roda basicamente à volta do desespero de alguém, algo como se sentir em relação a outra pessoa a angústia de não encontrar uma solução para a manter na mesma equação.
Com isto acabei por navegar para muitos outros pensamentos divergentes e fiquei sem sono.
Penso se estaremos todos condenados ao estar quase bem, quase apaixonados, quase felizes, quase realizados, quase tudo. E se decidirmos afrontar esta tendência natural para a incompletude (ainda dizem que no final sempre tudo se completa), qual o verdadeiro preço a pagar?
Esta história dos princípios para com nós mesmos deixa-me sempre agitada. É mais fácil ter apenas princípios para com os outros.
Muitas vezes vejo as pessoas lutarem afincadamente por alguma coisa e quando chegam perto simplesmente diminuem o interesse. Obviamente isso faz os outros terem medo de investir, de confiar, de se deixar levar. Criam resistências mas mesmo assim acontece surgir um novo vírus e ficam fragilizadas “again”. E actuam assim indefinidamente umas em relação às outras pela vida toda (estou a falar na terceira pessoa mas também me sinto enquadrada nesta perspectiva). Ficamos todos na história do quase.
Desde cedo que nos ensinam a dar babysteps no caminho dos nossos sonhos, desejos e expectativas. Eu costumo sentir-me mais a dar grandes passadas em direcção ao abismo, com direito a vertigens* e tudo. Geralmente corre bem, e por mais que o chão trema nunca passo da berma do precipício (metáfora, descansem que não ando com ideias suicidas). Mas o medo é sempre tão grande, as pessoas e circunstâncias desiludem-nos sempre, acabam mais cedo ou mais tarde por fazer "mal" à alma. Por outro lado a tal história dos princípios pessoais não admite desistências, o caminho só tem um sentido, em frente.
Mas estar no meio destes dois lados não é basicamente uma situação de quase?
*vertigens - efeitos secundários derivados das resistências aos vírus. Surgem geralmente quando os anti-corpos descortinam semelhanças topológicas nos invasores face a males passados.
Atenção! Previna-se: Após alguns dias com este sintoma, se começar a sofrer de uma carência sem fim emergente é sinal que o vírus se alastrou. A partir daqui já não existem tratamentos até agora conhecidos e as consequências para o organismo são devastadoras.
A acreditarmos que as coisas boas só acontecem aos outros?
Confesso, estou lamechas porque estive a ver o filme "Becoming Jane" e o argumento causou-me insónias. Roda basicamente à volta do desespero de alguém, algo como se sentir em relação a outra pessoa a angústia de não encontrar uma solução para a manter na mesma equação.
Com isto acabei por navegar para muitos outros pensamentos divergentes e fiquei sem sono.
Penso se estaremos todos condenados ao estar quase bem, quase apaixonados, quase felizes, quase realizados, quase tudo. E se decidirmos afrontar esta tendência natural para a incompletude (ainda dizem que no final sempre tudo se completa), qual o verdadeiro preço a pagar?
Esta história dos princípios para com nós mesmos deixa-me sempre agitada. É mais fácil ter apenas princípios para com os outros.
Muitas vezes vejo as pessoas lutarem afincadamente por alguma coisa e quando chegam perto simplesmente diminuem o interesse. Obviamente isso faz os outros terem medo de investir, de confiar, de se deixar levar. Criam resistências mas mesmo assim acontece surgir um novo vírus e ficam fragilizadas “again”. E actuam assim indefinidamente umas em relação às outras pela vida toda (estou a falar na terceira pessoa mas também me sinto enquadrada nesta perspectiva). Ficamos todos na história do quase.
Desde cedo que nos ensinam a dar babysteps no caminho dos nossos sonhos, desejos e expectativas. Eu costumo sentir-me mais a dar grandes passadas em direcção ao abismo, com direito a vertigens* e tudo. Geralmente corre bem, e por mais que o chão trema nunca passo da berma do precipício (metáfora, descansem que não ando com ideias suicidas). Mas o medo é sempre tão grande, as pessoas e circunstâncias desiludem-nos sempre, acabam mais cedo ou mais tarde por fazer "mal" à alma. Por outro lado a tal história dos princípios pessoais não admite desistências, o caminho só tem um sentido, em frente.
Mas estar no meio destes dois lados não é basicamente uma situação de quase?
*vertigens - efeitos secundários derivados das resistências aos vírus. Surgem geralmente quando os anti-corpos descortinam semelhanças topológicas nos invasores face a males passados.
Atenção! Previna-se: Após alguns dias com este sintoma, se começar a sofrer de uma carência sem fim emergente é sinal que o vírus se alastrou. A partir daqui já não existem tratamentos até agora conhecidos e as consequências para o organismo são devastadoras.
terça-feira, 3 de março de 2009
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
...
"…E assim, depois de muito esperar, num dia como outro qualquer, decidi triunfar...
Decidi não esperar pelas oportunidades e sim, eu mesma procura-las. Decidi ver cada problema como uma oportunidade de encontrar uma solução.
Decidi ver cada deserto como uma possibilidade de encontrar um oásis.
Decidi ver cada noite como um mistério a resolver.
Decidi ver cada dia como uma nova oportunidade de ser feliz.
Naquele dia descobri que meu único rival não era mais que minhas próprias limitações e que enfrentá-las era a única e melhor forma de as superar.
Naquele dia, descobri que eu não era a melhor e que talvez nunca tivesse sido.
Deixei de me importar com quem ganha ou perde.
Agora importo-me simplesmente em saber para fazer melhor.
Aprendi que o difícil não é chegar ao topo, e sim deixar de subir.
Aprendi que o melhor triunfo é poder chamar alguém de"amigo".
Descobri que o amor é mais que um simples estado de enamoramento, "o amor é uma filosofia de vida".
Naquele dia, deixei de ser um reflexo dos meus escassos triunfos passados e passei a ser uma ténue luz no presente.
Aprendi que de nada serve ser luz se não iluminar o caminho dos demais.
Naquele dia, decidi trocar tantas coisas...
Naquele dia, aprendi que os sonhos existem para tornar-se realidade.
E desde aquele dia já não durmo para descansar... simplesmente durmo para sonhar."
Walt Disney
Decidi não esperar pelas oportunidades e sim, eu mesma procura-las. Decidi ver cada problema como uma oportunidade de encontrar uma solução.
Decidi ver cada deserto como uma possibilidade de encontrar um oásis.
Decidi ver cada noite como um mistério a resolver.
Decidi ver cada dia como uma nova oportunidade de ser feliz.
Naquele dia descobri que meu único rival não era mais que minhas próprias limitações e que enfrentá-las era a única e melhor forma de as superar.
Naquele dia, descobri que eu não era a melhor e que talvez nunca tivesse sido.
Deixei de me importar com quem ganha ou perde.
Agora importo-me simplesmente em saber para fazer melhor.
Aprendi que o difícil não é chegar ao topo, e sim deixar de subir.
Aprendi que o melhor triunfo é poder chamar alguém de"amigo".
Descobri que o amor é mais que um simples estado de enamoramento, "o amor é uma filosofia de vida".
Naquele dia, deixei de ser um reflexo dos meus escassos triunfos passados e passei a ser uma ténue luz no presente.
Aprendi que de nada serve ser luz se não iluminar o caminho dos demais.
Naquele dia, decidi trocar tantas coisas...
Naquele dia, aprendi que os sonhos existem para tornar-se realidade.
E desde aquele dia já não durmo para descansar... simplesmente durmo para sonhar."
Walt Disney
sábado, 24 de janeiro de 2009
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
A pessoa certa VS a pessoa errada
Pensando bem, em tudo o que já vi, o que ouvi, nas minhas vivências e convivências, penso que não existe uma pessoa certa para nós...
Existe sim uma pessoa, que se nós pararmos para pensar, é na verdade, a pessoa errada. Porque a pessoa certa faz tudo certo: chega às horas certas, diz as coisas certas, faz as coisas certas.
Mas… nem sempre precisamos das coisas certas. Não é verdade?
Então é nessa altura que temos de procurar a pessoa errada. Aquela que nos faz perder a cabeça, nos faz fazer loucuras, perder horas, “morrer de amor”. A pessoa errada fica dias sem dizer nada, para que na hora certa nos encontremos e a entrega seja muito mais verdadeira.
A pessoa errada, é na verdade, aquilo a que chamamos de pessoa certa. Essa pessoa vai-nos fazer chorar, mas uma hora depois vai estar ao nosso lado a enxugar-nos as lágrimas, essa pessoa vai tirar-nos o sono… Essa pessoa pode não estar 100% do tempo ao nosso lado, mas vai estar toda a vida à nossa espera.
A pessoa errada tem que aparecer na vida de toda agente, porque a vida não é certa, nada aqui é certo.
O certo mesmo é que temos que viver cada momento, cada segundo, amando, sorrindo, chorando, pensando, agindo, querendo e conseguindo. Só assim, é possível chegar aquele momento do dia em que nós dizemos: "Graças a Deus, deu tudo certo!", quando na verdade, tudo o que Ele quer, é que encontremos a pessoa errada, para que as coisas comecem a realmente funcionar como deve ser...
Existe sim uma pessoa, que se nós pararmos para pensar, é na verdade, a pessoa errada. Porque a pessoa certa faz tudo certo: chega às horas certas, diz as coisas certas, faz as coisas certas.
Mas… nem sempre precisamos das coisas certas. Não é verdade?
Então é nessa altura que temos de procurar a pessoa errada. Aquela que nos faz perder a cabeça, nos faz fazer loucuras, perder horas, “morrer de amor”. A pessoa errada fica dias sem dizer nada, para que na hora certa nos encontremos e a entrega seja muito mais verdadeira.
A pessoa errada, é na verdade, aquilo a que chamamos de pessoa certa. Essa pessoa vai-nos fazer chorar, mas uma hora depois vai estar ao nosso lado a enxugar-nos as lágrimas, essa pessoa vai tirar-nos o sono… Essa pessoa pode não estar 100% do tempo ao nosso lado, mas vai estar toda a vida à nossa espera.
A pessoa errada tem que aparecer na vida de toda agente, porque a vida não é certa, nada aqui é certo.
O certo mesmo é que temos que viver cada momento, cada segundo, amando, sorrindo, chorando, pensando, agindo, querendo e conseguindo. Só assim, é possível chegar aquele momento do dia em que nós dizemos: "Graças a Deus, deu tudo certo!", quando na verdade, tudo o que Ele quer, é que encontremos a pessoa errada, para que as coisas comecem a realmente funcionar como deve ser...
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
Já chega!!
Já somos crescidos e já temos as nossas estruturas cognitivas bem estruturadas, por isso admito que “tou nem aí” literalmente para qualquer tipo de argumentos com que ousem atingir-me porque o meu contra-argumento é suficientemente forte para que se lixem, simplesmente.
Pensaremos numa coisa: se tanta coisa em mim faz despender preciosidade do tempo de alguém é talvez porque alguma carga de importância tem para essas pessoas não é?
Oh, não é necessário tanto, a sério.
Obrigado, não preciso de propaganda, no entanto, volto a agradecer. Não me preocupo com o que digam de mim, com que forma me sonhem tratar, se me julgam hipocritamente ou se me criticam venenosamente.
Pensaremos numa coisa: se tanta coisa em mim faz despender preciosidade do tempo de alguém é talvez porque alguma carga de importância tem para essas pessoas não é?
Oh, não é necessário tanto, a sério.
Obrigado, não preciso de propaganda, no entanto, volto a agradecer. Não me preocupo com o que digam de mim, com que forma me sonhem tratar, se me julgam hipocritamente ou se me criticam venenosamente.
Não preciso que me amem, nem que me odeiem. Sei viver suficientemente bem com a minha simples razão de existência. Acredito que muitas coisas podem não fazer o mínimo sentido, no entanto todo o ser precisa de errar e aprender a viver.
Sou assim, e sou acentuadamente, feliz...
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